Filhos de pais separados

Padrão

Segundo o Dr. Ronald Pagnocelli, deve-se sempre levar em consideração quando o casal decide separar-se, isso não significa se separar do(s) filhos(s):

  • É preciso saber que os filhos sempre desejam que os pais fiquem juntos; mas é preferível a separação do que um constante mal estar do casal.
  • Os acertos materiais devem antecipar a separação, porque em geral são um grande motivo de brigas.
  • Na separação as crianças são sempre as maiores vítimas das brigas entre os pais e das batalhas familiares e judiciais consequentes. Portanto, deve-se evitar, ao máximo, a forma litigiosa de separação.
  • A escolha sobre quem tomará conta dos filhos deve ser, se possível, uma decisão dos filhos.
  • Atualmente, é muito comum alguns dos filhos preferirem viver com o pai.
  • Os filhos não podem ser usados nas disputas e decisões.
  • Após a separação tem havido mais consciência da necessidade da presença da mãe ou do pai que está afastado. Por isso, tem-se observado maior atenção no cumprimento das tarefas de cada um.
  • Não deve haver restrições quanto às visitas dos filhos.
  • Algumas crianças preferem uma nova união dos pais ou da mãe para encontrar abrigo na nova família.

Fonte: PAGNOCELLI, Ronald. Filhos felizes, pais sadios. Porto Alegre: L&PM, 2006. 152 p. – (Coleção L&PM Pocket).

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Sobre Radhazen

Educador, historiador e fotógrafo, me envolvi com o tema da paternidade e da primeira infância quando experienciei o preparo e a emoção do parto natural humanizado em 2012. Desde então, não deixei mais o tema, me propus a ler e participar das rodas de discussão mantendo-me informado sobre as mais novas descobertas desse lindo e mágico universo que não é só feminino, hoje, com a maior participação do progenitor masculino, também do pai. Por isso resolvi criar esse espaço de divulgação e compartilhamento de ideias para papais de primeira e outras viagens. Como bem sabemos, não existem muitos espaços destinados exclusivamente a nós homens, papais que muitas vezes nos mantemos distanciados de nossas companheiras e mesmo de nossos filhos por falta de informação e sensibilização para a fase mais importantes dos pequenos... que é a primeira idade, ou seja, os anos iniciais de formação física, emocional e espiritual de nossas filhas e filhos.

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