O papel do pai no aleitamento materno

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Mother breast feeding baby (6-9 months), father watching (B&W)

Mother breast feeding baby (6-9 months), father watching (B&W)

Nas famílias modernas surge a necessidade de os pais darem apoio psicológico e assistência às mães, tornando-se importante o papel do pai no aleitamento materno.

Em estudos efetuados provou-se ser o pai uma figura importante para a prática do aleitamento materno. No entanto, muitos pais não sabem de que maneira podem apoiar as mães, provavelmente devido à falta de preparação. O profissional de saúde deve dar atenção ao novo pai e estimulá-lo a participar neste período vital para a família.

Além dos pais, os profissionais de saúde devem tentar envolver as pessoas que têm uma participação importante no dia-a-dia das mães e das crianças, como avós, familiares, etc.

Conciliando a amamentação e o trabalho fora de casa

O trabalho materno fora do lar é um obstáculo à amamentação. Apesar disso, as taxas de aleitamento materno entre as mães que trabalham fora do lar mostram que é possível conciliar trabalho e amamentação. Conselhos a observar:

1.   Praticar o aleitamento materno exclusivo.

2.   Avaliar no local de trabalho onde poderá retirar e armazenar o leite.

3.   Familiarizar a criança com antecedência (10 a 14 dias) com a pessoa que vai cuidar dela e o alimento que vai receber na sua ausência.

4.   Amamentar o maior número de vezes que puder, quando estiver em casa.

5.   Amamentar logo antes de sair de casa e assim que chegar.

6.   Não alimentar o bebê próximo do horário de chegada da mãe para que o seio seja esgotado durante a mamada.

7.   Evitar ao máximo o uso de biberão no período em que a mãe estiver fora de casa. Se a criança não for muito pequena, alimentá-la com papas ou sumos, usando uma colher ou um copinho.

8.   Durante as horas do trabalho, esgotar o seio manualmente, ou com bomba, e guardar o leite no frigorífico no máximo 24-48 horas.

Nas famílias modernas surge a necessidade de os pais darem apoio psicológico e assistência às mães, tornando-se importante o papel do pai no aleitamento materno.

Em estudos efetuados provou-se ser o pai uma figura importante para a prática do aleitamento materno. No entanto, muitos pais não sabem de que maneira podem apoiar as mães, provavelmente devido à falta de preparação. O profissional de saúde deve dar atenção ao novo pai e estimulá-lo a participar neste período vital para a família.

Além dos pais, os profissionais de saúde devem tentar envolver as pessoas que têm uma participação importante no dia-a-dia das mães e das crianças, como avós, familiares, etc.

Conciliando a amamentação e o trabalho fora de casa

O trabalho materno fora do lar é um obstáculo à amamentação. Apesar disso, as taxas de aleitamento materno entre as mães que trabalham fora do lar mostram que é possível conciliar trabalho e amamentação. Conselhos a observar:

1.   Praticar o aleitamento materno exclusivo.

2.   Avaliar no local de trabalho onde poderá retirar e armazenar o leite.

3.   Familiarizar a criança com antecedência (10 a 14 dias) com a pessoa que vai cuidar dela e o alimento que vai receber na sua ausência.

4.   Amamentar o maior número de vezes que puder, quando estiver em casa.

5.   Amamentar logo antes de sair de casa e assim que chegar.

6.   Não alimentar o bebê próximo do horário de chegada da mãe para que o seio seja esgotado durante a mamada.

7.   Evitar ao máximo o uso de biberão no período em que a mãe estiver fora de casa. Se a criança não for muito pequena, alimentá-la com papas ou sumos, usando uma colher ou um copinho.

8.   Durante as horas do trabalho, esgotar o seio manualmente, ou com bomba, e guardar o leite no frigorífico no máximo 24-48 horas.

Referências:

  • Aleitamento Materno manual prático, Lilian Mara C. Poli de Castro e Lylian Dalete Soares de Araújo, 2ª edição, Athalaia Gráfica e Editora, Londrina, 2006.
  • Programa de Educação a Distância de medicina Familiar e Ambulatorial – PROFAM – Entrega III, Capítulo 20: Alimentação da criança saudável no primeiro ano de vida, NEC Gráfica, 2002, Argentina.
  • Medicina Ambulatorial: condutas de Atenção Primária Baseadas em Evidências, 3ª Edição, Bruce B. Duncan, Seção III, cap.22, 23 e 24, Artmed, 2004.

Fonte:

http://www.orientacoesmedicas.com.br/aleitamento-materno/o-papel-do-pai-no-aleitamento-materno/#gs.829562ce0fdc46c59debd95b42da4568

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Sobre Radhazen

Educador, historiador e fotógrafo, me envolvi com o tema da paternidade e da primeira infância quando experienciei o preparo e a emoção do parto natural humanizado em 2012. Desde então, não deixei mais o tema, me propus a ler e participar das rodas de discussão mantendo-me informado sobre as mais novas descobertas desse lindo e mágico universo que não é só feminino, hoje, com a maior participação do progenitor masculino, também do pai. Por isso resolvi criar esse espaço de divulgação e compartilhamento de ideias para papais de primeira e outras viagens. Como bem sabemos, não existem muitos espaços destinados exclusivamente a nós homens, papais que muitas vezes nos mantemos distanciados de nossas companheiras e mesmo de nossos filhos por falta de informação e sensibilização para a fase mais importantes dos pequenos... que é a primeira idade, ou seja, os anos iniciais de formação física, emocional e espiritual de nossas filhas e filhos.

»

  1. Adorei saber que você se engajou no movimento pela paternagem. .. Acredito que o novo olhar sobre a questão das masculinidades seja a raiz de uma revolução social… Fico grato por poder acompanhar esse trabalho. ..
    Aproveito para compartilhar um outro grupo que pode contribuir muito com idéias e reflexões. .. (na verdade alguns grupos correlatos)… A psicóloga Christina Montenegro escreveu um livro: “Homem ainda não existe – reflexões para que ele exista” (ou algo assim rsrsrsrs)… Em sua página no YouTube possui 4 vídeos abordando as principais reflexões/provocações. Criou também uma página para debater o tema no Facebook (livro: Homem ainda não existe. …).

    Curtido por 1 pessoa

    • Olá! Agradecemos o comentário! A ideia é suprir a falta de informações para os homens que ainda carecem de atendimento e preparo para enfrentar os desafios da paternidade e também sejam parceiros de suas companheiras na formação de suas filhas e filhos, assim vamos gerar um novo ser humano e um mundo mais fraterno. Suas sugestões foram muito bem-vindas nesse momento em que estamos iniciando o nosso trabalho, esperamos que sejamos parceiros, ajude-nos a divulgar o blog, estamos com a página no Facebook, siga-nos! Um grande e fraterno abraço!

      Curtir

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