Série de Contos Pai de Kabu

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Observando os acontecimentos dos últimos cem anos, boa parte deles é repleto de conflitos não só intrafamiliares como guerras fatricidas e entre nações, além da guerra do narcotráfico que é responsável pela morte de crianças e homens entre 15 e 29 anos. Já é sabido que as maiores vítimas da estupidez das guerras são idosos, mulheres e crianças. Com a proximidade do Dia Internacional do Homem, comemorado no dia 19 de novembro, o coletivo trará uma série de reflexões sobre as “masculinidades” na perspectiva das “paternidades”, entre elas, pais que vivem em zonas de conflito e como através de estórias ou histórias a relação entre paternidades e filhos se estabelece, agem, pensam, se relacionam meio a violência e ausência dos princípios de civilização, modernidade, família, laços familiares, amor, separação, perda e ausência. Não nos esqueçamos que os homens entram na lista das maiores vítimas de conflitos armados.

Na última quarta-feira o blog RadhaZen Pai&Filhos publicou o trecho do primeiro conto que leva o nome da coletânea “Pai de Kabul”. Todas as quartas-feiras serão publicados esses trechos da coletânea de contos que representa a relação entre pais e filhos  em regiões de conflito. Pai de Kabul é uma iniciativa do Coletivo RadhaZen e do seu idealizador, Renato Oliveira.Pai-e-Filho-32

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Sobre Radhazen

Educador, historiador e fotógrafo, me envolvi com o tema da paternidade e da primeira infância quando experienciei o preparo e a emoção do parto natural humanizado em 2012. Desde então, não deixei mais o tema, me propus a ler e participar das rodas de discussão mantendo-me informado sobre as mais novas descobertas desse lindo e mágico universo que não é só feminino, hoje, com a maior participação do progenitor masculino, também do pai. Por isso resolvi criar esse espaço de divulgação e compartilhamento de ideias para papais de primeira e outras viagens. Como bem sabemos, não existem muitos espaços destinados exclusivamente a nós homens, papais que muitas vezes nos mantemos distanciados de nossas companheiras e mesmo de nossos filhos por falta de informação e sensibilização para a fase mais importantes dos pequenos... que é a primeira idade, ou seja, os anos iniciais de formação física, emocional e espiritual de nossas filhas e filhos.

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